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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Resenha: “Coração Roubado”, de Patricia Thayer

imageA leitura desta obra compreende o primeiro livro do mês de fevereiro do Desafio Literário 24/12 (2.0), pois o é um romance de banca.

 

 

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Autor: Patricia Thayer
ISBN: 9788539800186
Páginas: 192
Editora: Harlequin Books
Ano: 2010

Avaliação: 3 estrelas

Sinopse: A presença de Cole Parrish no rancho significava apenas uma coisa: trabalho. Nada mais. Ele não se estabeleceria por lá, e certamente não permitiria que Rachel o seduzisse com sua beleza. Mas tudo mudou quando um bebezinho foi deixado aos cuidados dela… e Rachel teve de assumir o papel de mãe da noite para o dia. Para cuidar da menininha, seria necessária toda a ajuda possível. Mas Cole não podia ficar… E ele jamais prometera nada. Até que o coração de Rachel foi arrebatado quando viu o soturno caubói embalando a neném em seus braços dia após dia. Rachel agora tinha uma dúvida… se Cole estava tão determinado a ir embora, por que ele ainda não tinha partido?

Não sou muito fã desse tipo de literatura, tanto é que antes deste, só havia lido um romance de banca em toda a minha vida. Como tinha que ter outros romances para o desafio, eu resolvi comprar “Coração Roubado” por causa da sinopse e também por conta da capa que é bem fofa – diferente da maioria das outras, nas quais os casais estão “se pegando”.

Tanto quanto a capa, a leitura de “Coração Roubado” foi bem leve. Como o livro é pequeno, o li em dois dias. Apesar de muitas frases poderem ser levadas para o lado sensual, por envolver um bebê na história, o lado sexual não é o mais explorado.

Mas, visando esse lado, é sem noção a protagonista nunca ter namorado alguém. Ela é uma mulher de trinta e tantos e em toda a vida, deu apenas um beijinho na adolescência? Tudo bem que o pai dela foi um homem bruto, mas o medo dela foi a esse extremo de não ter relacionamentos amorosos? O que é ainda mais estranho, é que depois que conhece o Cole, ela não é mais tão reprimida como sempre foi. Essa mudança foi repentina, a Rachel muda da água para o vinho. Não foi coerente.

Entretanto, o livro explora uma parte dos Estados Unidos da qual não sabia muitas informações: o estado do Texas. Comenta sobre a cultura de lá e percebe-se que a economia é agrária, sendo que a Rachel tem um rancho e o Cole trabalha para ela.

Recomendo o livro para aqueles que têm preconceito contra romances de banca – afinal, eu tinha bastante, mas sabendo escolher, dá para ler –, e também para quem não tiver no tédio numa tarde verão.

Mariana C. Mendes

Obs.: Não consegui cumprir o desafio esse mês. Ficou faltando “Anos Roubados”, que eu ganhei da Di. Mas, eu vou lê-lo ainda esse ano. É que esse mês de fevereiro foi complicado, =/!

6 comentários:

  1. Mari, finalmente estou aqui retribuindo sua visita. :)

    Eu também não curto romances de banca, devo confessar. Curto ler livro mesmo. Mas admiro tua iniciativa de ter quebrado o preconceito e ter dado uma chance ao livro, tu teve a coragem que com certeza eu não teria.

    A resenha tá ótima. Continue assim, flor!

    Beijos,
    Karen Pereira
    http://aultimacanafistula.blogspot.com/

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    1. Oi Karen!
      Então, eu só comprei e li o livro por causa do Desafio mesmo, HSUAHSUAUHSUHA! Agora, está até para troca no Skoob, hehehe

      Obrigada pelos comentários e pelas visitas, rs!

      Beijos!

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  2. Confesso que tenho preconceitos contra livros de bancas. Pq? Vai saber... rsrs

    Um dia quem sabe nao passo a agradar desse tipo de livro. :p

    Otima resenha florzinha!!!

    Bjks...

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    1. Diii!
      Então, se for ler, mantenha-se nessa coleção "Babies on Board", HSUAHSAHSHU!
      Na verdade, leia algum que você se interesse, só para ver como é, rs! Dê uma chance, quem sabe você goste, =)

      Beijão!

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  3. Não sou muito fã de romances de banca, já li a série Calhoun da Nora Roberts, mas, essa tem mais história. Então, acabei gostando da série. Não conhecia esse livro ainda, gostei da resenha sincera.

    Bjos,
    Verbologia Pink

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  4. Os romance de banca são da Nora Roberts! Acho legal, porque ela sempre cria uma história interessante, um enredo mais complexo - e foi desses romances que ela partiu pra literatura que a deixou famosa.

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