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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Resenha: “Leo e as caixas de música”, de Ricardo Prado

A leitura desta obra compreende o segundo livro do mês de janeiro do Desafio Literário 24/12 (2.0), pois o é um livro infanto-juvenil. O volume também compõe o grupo do SkoobLivro Viajante”, o qual proporciona a oportunidade de ler livros ótimos! Quem o disponibilizou foi a Ju, do Caraminholas de J. P. Ele veio até carimbado com o emblema do blog! Curti, :)

Autor: Ricardo Prado
ISBN: 9788577341351
Páginas: 168
Editora: Casa da Palavra
Ano: 2010

Avaliação: 3 estrelas

Sinopse: ‘Aumenta que isso aí é rock and roll!’. Este livro pode ajudar você a entender o real sentido dessa expressão. Situações do dia a dia se misturam com muito som, formando um enredo de descobertas, surpresas e brincadeiras. Leo traz barulho e diversão para seu cotidiano e, com ele, você vi conhecer música da melhor qualidade e até entender como algumas delas, de agora em diante, podem entrar na sua vida e ficar pra sempre!

Leo é um garoto bem revoltadinho do final da década de 80. Revoltadinho, pois os pais foram morar em outro país e saíram sem se despedir. Assim, vê na música um consolo. Muitas vezes acredita que as músicas foram feitas para ele. O estilo de Leo é o Rock‘n’Roll e ele curte desde Legião Urbana a Iron Maiden.

O garoto fica aos cuidados da avó Helena. Ela é uma super amiga, o que a torna uma pessoa mais jovem e descolada. A avó decide dar a Leo as caixas de música com discos que pertencem a ela e ao pai dele Leo. Desde então o garoto fica mais ligado à música, e resolve dividir isso com os amigos, e mostrar para eles novas bandas. Também, acaba conhecendo um lado do pai que não estava familiarizado.

A leitura do livro no começo caminha bem legal. Mas, quando eles começam a falar sobre cada banda fica um pouco cansativo. Tanto é que demorei bastante para ler um livro que é bem curto. Quando fala de só uma banda, se torna um almanaque, e eu não gostei muito disso. É legal ler sobre as bandas, mas fica um pouco chato no contexto que foi inserido, pois além das bandas, tem a história do Leo em si.

A melhor alternativa é ler o livro e ouvir as música citadas simultaneamente, pelo site oficial. Escrevendo a resenha, estou ouvindo, e está bem mais legal do que ler sem sentir as músicas. Acesse: http://www.viagemmusical.com.br/caixasdemusica/! O site tem um design que segue a capa do livro.

Recomendo o livro para os amantes de música e para os que querem conhecer bandas clássicas!

Obs.: Depois de ouvir as músicas no site, curti muito uma banda chamada The Who.

news_38411_big_200909161722252c00 O Autor
Ricardo Prado é compositor e regente. Também dirige projetos educacionais voltados para a música, e alguns deles estão sendo adotados pelo SESI. “Leo e as caixas de músicas” é o primeiro livro de uma quadrilogia intitulada “Trilhas: uma viajem musical”.

 

 

Mariana C. Mendes

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Resenha: “Ladrões de Elite”, de Ally Carter

Autor: Ally Carter
ISBN: 9788580410068
Páginas: 240
Editora: Arqueiro
Ano:
2011

Avaliação:
4 estrelas

Sinopse: Quando tinha 5 anos, Katarina Bishop distraiu os guardas da Torre de Londres para que o pai pudesse roubá-la. Aos 7, ela ouviu o tio Eddie planejar a interceptação de 80% do caviar do planeta. Quando fez 15 anos, Katarina armou um golpe por conta própria – um esquema para entrar no melhor colégio interno dos Estados Unidos e deixar para trás os negócios da família. Só que trocar de “ramo” e ter uma vida normal acabou sendo mais difícil do que Kat esperava. Hale, seu amigo charmoso, bilionário e antigo comparsa, logo aparece para levá-la de volta à realidade da qual ela havia se esforçado tanto para fugir. Mas é por um bom motivo: uma inestimável coleção de arte de um temido mafioso foi roubada e ele quer recuperá-la, custe o que custar. Somente um mestre do crime poderia ter realizado essa proeza e o pai de Kat é o único suspeito, embora insista em negar qualquer envolvimento. Encurralado entre a Interpol e um inimigo assustador, ele precisa da ajuda da filha. Para Kat, só existe uma saída: encontrar os quadros e roubá-los de volta. Não importa se parece impossível, se ela não tem pistas do ladrão e se o prazo é de apenas duas semanas. Com uma equipe de adolescentes talentosos e uma mãozinha da sorte, Kat está deter- minada a realizar o maior golpe da história da família e provar que jamais a abandonou.

Quando comecei a leitura de “Ladrões de Elite” não esperava muita coisa, mas o livro é muito bom! O ponto que mais gostei foram as várias viagens que os personagens fazem tentando ajudar a não acontecer nada de ruim com Bob, o pai de Kat. Londres, Paris, Roma, Nova York e muitas outras cidades incríveis do mundo! Amo livros com conexões em outros continentes, outras culturas e outros hábitos!

“Ela (Kat) se perguntou quantos quilômetros já haviam viajado até ali e quantos mais ainda precisariam viajar”.
Página 178

Outro fato muito legal é a ligação entre o Hale e a Kat. Eles sempre foram amigos, mas durante todo o livro ficou um que de romance! Ainda mais quando aparece outro garoto na história.

O mais importante de tudo é a família dos ladrões. Apesar de viverem do crime, percebe-se que eles são muito unidos, sabem respeitar uns aos outros e demonstram amor. Cada personagem, os irmãos Bagshaw, Gabrielle, Simon, Hale, Kat, tio Eddie, e Bob Bishop têm características que formam A família de ladrões de elite. Ser uma família não está no nome e nem no sangue. Mas, sim nas atitudes e na união!

A continuação da série, “Uncommon Criminals” [PT (tradução livre): Ladrões Incomuns]. ainda não foi lançado no Brasil, mas espero que passa ler em breve, mesmo que em inglês (é, estou pensando em começar a ler livros em inglês, mas ainda estou com o pé atrás, rs).

A Autora

Ally Carter é autora das séries Meninas Gallagher e Ladrões de Elite, a última que está sendo adaptada para o cinema. Ally é formada na Universidade de Oklahoma e na Universidade de Cornell.

 

 

Mariana C. Mendes

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Meme de Aniversário – Dark Romances

Olá, queridos leitores!
Recebi esse meme há algumas semanas, mas só estou postando agora. Na verdade, recebi vários memes de uma vez só, mas irei postá-los aos poucos. Esse meme foi indicado pelo HUNTERS CULTURE, da Lana.

Sobre você:
Nome:
Mariana Costa Mendes.
Apelido: Mari.
Signo: Sagitário, mas não acredito em signos.
Você está apaixonada/apaixonado? Não.
Você já fugiu de casa? Sim. Mas só fui na casa dos meus primos na rua de atrás. Eu tinha 7 anos e saí escondida para mostrar para eles que tinha conseguido montar uma das seis faces do cubo mágico, kkkkk
Você ri de coisas bobas? SIM!
Já beijou na chuva? Não.
Você já teve o coração partido? Sim.
Você já partiu o coração de alguém? Espero que sim, (sou má, MUHAHAH. Mas, brincadeiras à parte, algumas pessoas merecem…).
Você está sentindo saudades de alguém agora? Sim.
Você já pensou em se matar? Não.
Seu cabelo te odeia? Depende do dia, rs.
Tem medo de escuro? Não.
Você tem tatuagem? Não.

Música:
Gosta de ouvir musica muito alta? Sim, principalmente se for uma música bem aminada!
Gosta de rock? Sim, mas curto mais pop/rock.
Você lembra dele/dela quando escuta uma determinada musica? Sim.
Banda Favorita: Vixe, são muitas! Mas, dentre elas estão: The Pretty Reckless, Paramore, Maroon 5, Capital Inicial e Beirut.
Foi ao show da sua banda favorita? Não, :(
Música Favorita: “Suddenly I See” – KT Tunstall.

Cinema e TV:
Ama filmes de romance? Sim!
Filmes de comédia ou terror? Comédia. Assistiria mais filmes de terror se tivesse companhia, não gosto de assistir esse tipo de filme sozinha, D:!
Filme Preferido: Vixe, têm muitos, como: “P.S. Eu Te Amo”, “(500) Dias com Ela”, “Diário de uma Paixão”,“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”, e todos os outros estão no Filmow.
Série Preferida: Não tenho uma preferida, mas gosto de várias, como: “Outsourced”, “The Vampire Diaries”, “Suburgatory” e “Grey’s Anatomy”.

Literatura:
Gosta de Ler? Claro! Tanto é, que esse meme é respondido em um blog  literário, ;)
Um livro que marcou sua vida: “Cinderela Chinesa: A história secreta de uma filha renegada” – Adeline Yen Mah. (
Resenha)
Um livro que você odiou: “Cruzando Caminhos” - Fanny Abramovich.

Colocar o link de quem te indicou: HUNTERS CULTURE!
Indicar para 5 blogs:
Seis Milênios;
A Última Canafístula;
O Meu Mundo;
Resenha e Cultura e;
Best Therapy.

Mariana C. Mendes

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Resenha: “A árvore que dava dinheiro”, de Domingos Pellegrini

A leitura desta obra compreende o primeiro livro do mês de janeiro do Desafio Literário 24/12 (2.0), pois o é um livro infanto-juvenil.

 

 

 

Autor: Domingos Pellegrini
ISBN: 850808075/1
Páginas: 104
Editora: Ática
Ano:
2001

Avaliação:
4 estrelas

Sinopse:
Já pensou se de repente começasse a brotar dinheiro de uma árvore? É o que acontece na pequena Felicidade. Claro que a cidade vira uma correria só. De bolsos cheios, as pessoas acham que acabarão de vez com os seus problemas. Será mesmo?

Desde os 7 anos estava para ler esse livro, e enfim – 10 ANOS DEPOIS – eu consegui! Graças ao desafio! *-*

Eu gostei bastante deste livro, tem algumas partes muito engraçadas! Só que, o começo, até o “velho” morrer, é bem entediante. Deu-me a impressão de que o narrador usa dois modos de contar a história: um modo no começo – a parte que não gostei – e outro ao longo da obra. Mas, como dito, foi apenas uma impressão.

Deu para perceber o uso da palavra “velho”? Eu a utilizei pois os personagens não têm nome no livro. É apenas menina, menino, e ect. Diria que o único personagem principal do livro é o Açougueiro, mas nem ele recebeu um nome próprio. Ele é o mais simples de todos, o que não se iludiu quando a árvore passou a dar dinheiro.

A forma como o Domingos trata do assunto economia me lembrou as aulas de história: renascimento do comércio, comércio à base de trocas, Inflação, Cruzeiro, troca de moeda, e várias outras situações. Além disso, uma pequena cena que me chamou atenção foi um casal de namorados, que namoravam à moda antiga. Mas, claro, diferente não poderia ser, pois o livro foi escrito em 1981. A obra leva a análise de várias questões sociais principalmente sobre a poluição. Felicidade era uma cidade pacata, no meio do nada. Mas, aos poucos passou à receber muitos turistas, o que também trouxe poluição.

Recomendo o livro para qualquer um que queira se distrair, pois, sendo o livro pequeno, a leitura é rápida. O título já dá o que pensar, e por si só já instiga a imaginação do leitor. Não irão se arrepender em ler “A árvore que dava dinheiro”, é livro muito leve.

Obs.: Esse livro também faz parte da coleção vaga-lume, mas a edição que eu li não é a da coleção.

Mariana C. Mendes

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Na minha caixa de correio: Dezembro/2011

Olá leitores!

Como dito no post de retrospectiva, essa semana já saia um novo vídeo, e ele SAIU! Assista abaixo, ;)

Um meme criado pela Kristi do The Story Siren.

Livros:

Livro Viajante 10:
“Lembra de Mim” – Sophie Kinsella

Círculo Viajante 14 “O Melhor do Chick-Lit” (ciclo 1):
“Ladrões de Elite” – Ally Carter (apesar de ser Young Adult) (resenha)

Presente de aniversário:
“Sábado à noite” – Babi Dewet

Livro Viajante 316:
“Diários do Vampiro – O Retorno: Anoitecer” – L. J. Smith

Presente para a minha amiga secreta do livro viajante:
“O Poder dos Seis” - Pittacus Lore

Máquina do 24x7 Cultural
“Senhora” – José de Alencar

Sebo Red Star:
Linhas” – Sophie Bennet

Banca de Jornal DPX:
Coração Roubado” – Patricia Thayner
A Breve Segunda Vida de Bree Tanner – Uma história de Eclipse” – Stephenie Meyer
O Crime do Padre Amaro” – Eça de Queirós